“São fotos, em sua maioria, de prédios históricos. Alguns que, infelizmente, não existem mais, como o Mercado Público e o Teatro 28 de Setembro. Por outro lado, outros permanecem no cenário da cidade, preservados”, explica. Marinho, aliás, atua como colaborador de pesquisadores e mesmo de jornais, cedendo imagens do seu acervo pessoal para publicações. Neste ano mesmo, durante o período de aniversário de Bagé, publicou parte das fotografias e detalhes sobre cada construção retratada no jornal FOLHA do SUL. “Em sua maioria são imagens do final do século 19 e início do século 20. Acredito que o principal aspecto deste material é preservar o patrimônio e a memória da nossa cidade”, argumenta. Sobre a atividade, Marinho atesta que buscou, acima de tudo, apresentar um pouco das riquezas presentes em cada imagem para os universitários.
Iniciativa
A iniciativa do evento surgiu a partir dos debates na disciplina de Seminário IV: Movimento, arte e educação, ministrada no 4º semestre do curso de Pedagogia – Licenciatura. A turma foi responsável pela organização, sob a coordenação da professora Jaqueline de Mattia. O trabalho teve ainda a participação das professoras Mirna Susana de Martínez e Viviane Camozzato.

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